AMILCAR DE CASTRO
- Lúcia Castanheira
- 5 de jul. de 2022
- 2 min de leitura
Nasceu na cidade de Paraisópolis - MG, em 1920 e faleceu na cidade de
Belo Horizonte - MG, em 2002

Amilcar Augusto Pereira de Castro mudou-se com a família para Belo Horizonte em 1935, e estudou na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, de 1941 a 1945.
A partir de 1944, frequenta curso livre de desenho e pintura com Guignard (1896 - 1962), na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e estuda escultura figurativa com Franz Weissmann (1911-2005)

Franz Joseph Weissmann, Áustria 1911 -Rio de Janeiro, 2005
Escultor, desenhista, pintor e professor. Vem para o Brasil em 1921.

Franz Weissmann

Franz Weissmann

"FITA DE BOEBIUS" - Franz Weissmann

Há 160 anos existe um objeto que desafia as leis da física. A fita de Möbius foi criada pelo matemático e astrônomo alemão August Ferdinand Möbius, em 1858.
FITA DE MOEBIUS


Franz Weissmann

Franz Weissmann

Franz Weissmann


“Estrela” 1952 / aço Corten - Amilcar de Castro
No fim da década de 1940, Amilcar assume alguns cargos públicos, que logo abandona, assim como a carreira de advogado.
Paralelamente, em seus trabalhos, dá-se a passagem do desenho para a tridimensionalidade. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha como diagramador , destacando-se a reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil.

Diagramação de Amilcar de Castro

Amilcar de Castro

Amilcar de Castro

Amilcar de Castro
O ensaio inédito do professor e crítico Tadeu Chiarelli analisa o procedimento escultórico que celebrizou Amílcar a partir dos anos 1960, quando abandonou a solda e passou a cortar e dobrar as chapas de ferro, dando origem às "esculturas de corte e dobra"


PINTURAS E GRAVURAS DE AMILCAR DE CASTRO







Pintura – década de 1970 - 129 x 232
Torna-se professor de composição e escultura da Escola Guignard, na qual trabalha até 1977, inclusive como diretor. Leciona na Faculdade de Belas Artes da UFMG, entre as décadas de 1970 e 1980. Em 1990, aposenta-se da docência e passa a dedicar-se com exclusividade à atividade artística.


Em 23 de março de 1959, Amilcar de Castro assina o Manifesto Neoconcreto – publicado no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil –, redigido por Ferreira Gullar e também assinado por Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann. Depois da primeira exposição do grupo, outros artistas se filiam ao movimento, entre eles, Hélio Oiticica.

A expressão NEOCONCRETO é uma tomada de oposição à Arte Concreta que estava voltada a uma perigosa exacerbação racionalista.

Lygia Clarck

Hélio Oiticica

Lygia Pape
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